ATP World Tour Finals 2016: previsões da equipa

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A partir deste domingo, os oito melhores tenistas do ano defrontam-se na O2 Arena pelo último título da temporada: o de campeão do ATP World Tour Finals. Divididos em dois grupos, os “oito magníficos” começarão por se enfrentar num formato de round robin que depois definirá os semi-finalistas, os finalistas e o grande campeão. Mas este ano a “luta” é dupla: para além do título, há também a batalha pelo número um no final do ano. Andy Murray ou Novak Djokovic, um deles terminará 2016 no topo do ranking. Estas são as previsões da equipa Ténis Portugal. Partilhe as suas na caixa de comentários e/ou nas redes sociais.

Campeão do ATP World Tour Finals 2016:

Gaspar Ribeiro Lança: Andy Murray – O ATP World Tour Finals pode ser a cereja no topo do bolo de Andy Murray. Depois das finais do Australian Open, Roland Garros, Wimbledon (que venceu) e Jogos Olímpicos (onde conquistou o segundo ouro consecutivo) — não esquecendo todas as outras que disputou e que fazem desta a melhor temporada da carreira do britânico –, Murray chega a Londres embalado pela conquista de quatro títulos consecutivos e pronto a disputar o seu primeiro torneio enquanto número 1 mundial. Perante o público que o apoiará a cada minuto, é, mais do que nunca, o grande candidato a vencer o Masters (seria a primeira vez), que este ano ganha importância redobrada por ser decisivo na luta pelo primeiro lugar. Mas Novak Djokovic é um osso muito difícil de roer e estará logo atrás, sempre a tentar “reclamar” a sua oportunidade. Promete ser um torneio recheado de emoções.

Francisco Semedo: Novak Djokovic – A jogar pela primeira vez desde 2014 com o estatuto de segundo cabeça de série num torneio ATP, Novak Djokovic entra em Londres com um quadro teoricamente mais acessível no que toca à fase de grupos. O sérvio terá a motivação que lhe tem faltado, pois em jogo está o número um mundial e o mais importante título de um torneio ATP que reúne a elite do ténis mundial. E quando falamos em números, conseguimos constatar que não existe melhor jogador a jogar contra os melhores. Quanto a Andy Murray, chega a Londres mais desgastado, com a pressão de defender o número um e com a confiança em alta, no entanto a maior descontracção, pela sensação de dever cumprido poderá ser fatal, mas também o pode libertar quanto à pressão por si exercida. Na expectativa de uma final Murray vs Djokovic, acredito que seja o sérvio a sair por cima naquele que será o primeiro confronto entre ambos desde Roland Garros.

Jorge Marques: Andy Murray – São quatro títulos consecutivos e muita confiança e ritmo de jogo adquiridos. Apesar de se poder alegar o eventual (e normal) desgaste físico nesta fase final do ano, creio que Andy Murray surge no ATP World Tour Finals mais motivado do que nunca. O britânico irá disputar o seu primeiro enquanto número um mundial e quererá por isso deixar boa impressão e causar boa figura, sendo que o próprio já admitiu querer fazer um último esforço para conquistar mais um título, tendo ainda o bónus de jogar “em casa”.

Rita Costa Ferreira: Novak Djokovic – Com um grupo relativamente fácil, o ex-número um mundial vai lutar para voltar ao primeiro lugar do pódio. Embora jogue em “casa do inimigo”, os holofotes estarão todos virados para Andy Murray e o sérvio pode, muito bem, tirar partido disso.

Daniel Sousa: Andy Murray – Chega a Londres em forma, com a confiança em alta depois de ter chegado ao topo do ranking e, sobretudo, com uma melhor forma física do que Novak Djokovic, o principal rival. O sérvio mostrou quebras físicas em Paris-Bercy e a coisa pode voltar a repetir-se em Londres.

Pedro Henrique: Novak Djokovic – É evidente que não está na sua melhor forma (como estivera no início da temporada), mas com o registo vitorioso em indoor que tem, deverá sentir-se em condições para conquistar um sexto troféu no ATP World Tour Finals. Andy Murray está em grande forma, mas neste torneio é o vale tudo e o sérvio é bem capaz de “surpreender”.

Diogo Agostinho: Andy Murray – Depois de ter chegado pela primeira vez como número um mundial, o escocês tem razões mais que suficientes para ter confiança em si próprio e por isso triunfar em Londres, onde vai ter o público do seu lado. Com Novak Djokovic a ter resultados inconsistentes, talvez o maior adversário seja Stanislas Wawrinka, que gosta de jogar ao melhor nível nos grandes torneios.

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