Rita Vilaça e Francisca Jorge destacam solidez e experiência das adversárias

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Rita Vilaça e Francisca Jorge sagraram-se este sábado vice-campeãs de pares femininos do Porto Open, torneio internacional de 10.000 dólares cuja variante feminina regressou, este ano, ao calendário da Federação Internacional de Ténis.

Em declarações após perderem a final de pares, as duas jogadoras portuguesas destacaram a maior solidez e experiência das irmãs Hsieh, relembrando que Su-Wei já ocupou a primeira posição.

“O nosso percurso ao longo do torneio foi bastante positivo e fomos jogando melhor à medida que fomos avançando. Hoje proporcionámos um bom encontro e foi pena não termos ganho. Gostaríamos imenso de ganhar e sentimos muito o apoio do público, que foi incrível, mas como quem esteve nas bancadas pôde ver as adversárias tinham um grande nível”, começou por dizer Rita Vilaça.

Já Francisca Jorge, destacou um “ótimo percurso contra muito boas jogadoras” em que ambas souberam “desfrutar dos encontros e dar a volta a resultados. Hoje sabíamos que íamos jogar com adversárias muito difíceis, uma delas foi inclusive número um mundial de pares e sabíamos que teríamos de dar o nosso melhor e entrar com tudo. Da próxima vez já não nos engatam da mesma forma”, disse ainda a jovem de 16 anos, sempre acompanhada de boa disposição.

Em relação ao nível de um torneio internacional como o Porto Open quando comparado com o Campeonato Nacional Absoluto, que venceram, Francisca afirma que “aqui o nível é muito mais alto. Não há comparação porque um torneio é com o nível português e o outro nível internacional — aliás, nível profissional.” Nas palavras de Rita, “aqui nenhum jogo facilita. Todos são complicados e em todos os encontros tivemos de superar obstáculos e enquadrarmo-nos com as táticas que vão sendo utilizadas. No Nacional há jogadoras muito boas mas não com a mesma consistência que é apresentada neste tipo de torneios.”

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Gaspar Ribeiro Lança

[email protected] | Dar palavras a um encontro de dois, três, quatro ou cinco sets, com ou sem tiebreak. Dar palavras a recordes, a histórias. Dar ténis a todos aqueles que o queiram. Mais, sempre mais. Foi com o objectivo de fazer chegar este capítulo do desporto a mais adeptos que fundei o Ténis Portugal em 2010. Cinco anos depois, fui convidado a ser co-responsável pela redação dos conteúdos do website, newsletter e redes sociais do Millennium Estoril Open.