Final do Open dos Estados Unidos passou ao lado de Rafael Nadal

0

Rafael Nadal é um dos eleitos da capitã espanhola da Taça Davis, Conchita Martínez, para o embate da selecção Roja frente à Dinamarca, que terá lugar entre os dias 18 e 20 de setembro, em Odense. O antigo número 1 mundial, que não defende as cores do seu país desde setembro de 2013, integra a comitiva espanhola juntamente com David Ferrer, Fernando Verdasco, Roberto Bautista e David Marrero.

“As eliminatórias que se disputam fora de casa são sempre complicadas, mas temos trabalhado bastante para estarmos aptos para competir”, começou por analisar o detentor de 14 títulos de torneios do Grand Slam, em entrevista à agência EFE.

Actualmente no sétimo posto da lista individual do ATP World Tour, Nadal justificou o tempo de ausência da equipa espanhola. “Não joguei muito nos últimos anos. Estive lesionado na segunda metade da temporada de 2012 e, como tal, não tive oportunidade de dar o meu contributo. O mesmo em 2014, mas agora estou aqui”, relembrou.

É certo que o adversário não apresenta nomes sonantes nas suas fileiras (o jogador mais cotado é Frederik Nielsen, 283º ATP) mas o espanhol de 29 anos não entra em euforias. “Temos o máximo respeito pelos nossos adversários e sabemos que se trata de uma eliminatória muito importante”, alertou.

A final da 135ª edição do Open dos Estados Unidos aconteceu no passado domingo, dia 13, mas o assunto continua na ordem do dia. E Rafael Nadal, que afirmou não ter visto o duelo entre Novak Djokovic e Roger Federer, deixou elogios aos dois intérpretes. “Não assisti à final do Open dos Estados Unidos e por isso não posso opinar sobre algo que não vi. Foi uma final entre dois grandes campeões. Novak [Djokovic] fechou a temporada de Grand Slam com um enorme resultado. Fez uma época magnífica. Felicito-o por isso”, sublinhou.

Dinamarca e Espanha defrontam-se tendo em vista a manutenção no Grupo I da zona Europa/África. A contenda joga-se em piso duro coberto, na arena Odense Idrætshal.

Leia também:

About Author

Licenciado em Sociologia e Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação pelo ISCTE. Considera-se um privilegiado por viver numa das melhores eras da história da modalidade.