Bernardo Mota: Crónica de aniversário

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CAPACIDADE DE SUPERAÇÃO E CONSISTÊNCIA EXIBICIONAL
O torneio Roland Garros de 2014 veio mostrar mais uma vez a virtude dos que se superam nos momentos mais difíceis mas, acima de tudo, daqueles que mantêm uma consistência exibicional muito elevada.
Tanto Maria Sharapova como Rafael Nadal jogaram durante as duas semanas em permanente “alta voltagem”.
Pudemos verificar que mesmo perdendo o primeiro set, ambos obrigaram os adversários a um desgaste brutal, tanto a nível físico como mental.
No caso de Sharapova, esteve a perder 0-1 em sets nos quartos e nas meias-finais. Virou o resultado a seu favor, sendo que na final estava com tudo empatado frente a Simona Halep: 1-1 em sets e 4-4 em jogos. A russa fez, depois, oito pontos seguidos para fechar um encontro que até então não se sabia para que lado caía.
Já Nadal, elevou o seu nível após estar a perder por 0-1 em sets na final, frente a Novak Djokovic para levar o seu nono título em Roland Garros.
Uma das conclusões que podemos retirar destes dois campeões é que ambos conseguem apresentar-se com uma intensidade/consistência exibicional muito elevada durante os encontros, sendo que o desgaste provocado nos seus adversários é tremendo.
Depois da superação, o caminho da vitória parecia ser quase inevitável.

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